sexta-feira, 29 de julho de 2011

Amor em Re(x)cesso

Sábio que este dia chegaria. Dissertar um pouquinho sobre sentimento no blog mais amoroso que conheço cujo manipulador de idéias assina o pseudônimo Cullen e não aceita adaptações Cullen de Edward, como na fantasia romântica de Stephenie Meyer.

Baseando-me nas extensas prosas cotidianas a respeito dos “arrepios” percebi a forma na qual o amor ainda é tratado, raro e fantasiado, como nos longínquos tempos de novelas, nas músicas, ou simplesmente no cantarolar dos pássaros. Isso tem chamado atenção, este é o X da questão, Amor em excesso que se traduz em recesso. Sendo tratado de forma singular como se não confrontasse com outros sentimentos, acontecimentos ou intempéries do dia a dia. Eu sinto e basta! Será?

A maioria o tempo todo escolhendo e/ou escolhido não conseguem perceber ou dar-se o direito de conhecer alguém, por simples imediatismo. Não desfruta do desvendar das idéias, ideais, amigos, preferências atuais ou defeitos. Optam por já ir direto ao assunto, afinal se não for com você o mundo me espera ou já esta lá. É amor? Tratemos com mais deferência. Não com jeito, mas tempo de novela, deixar a atração virar interesse mudar para atitude, dirigir para o respeito e sucessivamente pelos sentimentos até apontar-se para o tal.

Agrupe-o com a paciência, o tempo a experiência. Relacione-o com o necessário pra você e para quem ama, se dê a chance de viver sem ele, não sobreviva. Afinal, uma vida feliz e um dia de amor aos 80 ou 90 anos pode ser também uma linda história. Amor não é batizado, é intitulado!

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